sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
domingo, 14 de novembro de 2010
HISTÓRIA DE CHAPADÃO DO CÉU
Dados Históricos
Sede da Fazenda Santa Amélia
Sede da Fazenda Santa Amélia
Terra plana, cerrado, mato e campo, córregos e rios, era tudo o que havia. Árvores tortas e muito capim flecha. Veados e antas, tamanduás e onças, emas e seriemas eram os habitantes. Todo o planalto sul goiano tinha essa paisagem natural de centenas de anos; terra virgem, a não ser por alguns poucos desbravadores que sabiam manejar a vastidão dos cerrados, para dele tirar pastagens para o seu gado.
Terra de muita história e de muitas estórias contadas ao pé do fogão a lenha, mas uma terra de pouca transformação nos últimos séculos, desde a chegada dos primeiros exploradores. Terra de pouco valor até o surgimento da agricultura mecanizada e da correção artificial do solo. Terra que foi até desprezada por alguns. Outros, no entanto, com visão do futuro, dedicação e trabalho, investiram sua vida nesta terra. Foi o caso de Alberto Rodrigues da Cunha, que vislumbrou Chapadão do Céu antes mesmo de existir sequer uma estrada no local. Com perseverança ele continuou a investir no cerrado. Abrindo estradas, formando fazendas e finalmente formando a estrutura básica de uma futura cidade.
Desbravando o cerrado
As terras que compõem hoje o município de Chapadão do Céu, o Parque Nacional das Emas, parte dos municípios de Mineiros, Serranópolis e Aporé, num total de aproximadamente 250 mil hectares, na época parte do município de Jataí, GO, pertenciam, por direito de posse à família Garcia, desde os meados do século XVIII, documentados na década de 1890. Parte dessa área, transmitida de geração a geração, passou a Amélia Garcia Cunha, que delegou a seu filho Alberto a administração de seus bens.
Sede da Fazenda Formoso, construída em 1902.
Alberto Rodrigues da Cunha esteve pela primeira vez na região em 1946, aos 19 anos de idade. Na época, os habitantes dessa área se limitavam aos tios Filogônio Garcia, que morava na sede da Fazenda Formoso, Flávio Garcia na Fazenda Perdizes e os responsáveis pelos retiros da Fazenda Formoso: Teixeirinha, no Quero-Quero; Tobias, no Santa Fé (atual Fazenda Alto Formoso) e Jerônimo Simão no Marroais (atual Fazenda Santa Amélia).
Em 1947 Alberto mudou-se para a Fazenda Santa Amélia, então retiro Marroais, onde construiu sua primeira casa, de pau-a-pique, coberta de capim. Ali ele plantava roça para sua alimentação e recriava garrotes, que comprava na região de Jataí, Mineiros e Alto Araguaia e vendia em Araçatuba e São José do Rio Preto, SP.
O primeiro veículo motorizado a chegar na região em 1948, um "Fordinho". Na foto: Deodato Amado de Deus, Sebastião Deja, Alberto R. Cunha, Mateus Garcia, Tião Preto e Deoclécio.
Em 1948 trouxe o primeiro veículo motorizado para a região, que usava um couro de boi como lona, para cobrir a carroceria. Em 1949 ajudou a abrir a estrada da Serra do Café (Serranópolis) até o Bolicho Seco (Costa Rica, MS). Nos anos seguintes construiu uma serraria na Fazenda Santa Amélia e casas e currais na Santa Amélia, Olho D'água, Rancho Azul, Quero-Quero e Alto Formoso, continuou abrindo estradas pela região e construiu diversas pontes. Em 1964 construiu um campo de pouso na Santa Amélia e em 1970 comprou a Fazenda Moderninha, construindo casa, currais, cercas e formando pastos.
No final da década de 1970 Dona Amélia Garcia Cunha decidiu dividir suas terras com os netos. Assim a área que passou a ser a Fazenda Santa Amélia foi herdada pelos 9 filhos de Alberto R. Cunha e Nadir Garcia Cunha.
A região já possuía acesso pelas estradas abertas, mas além das casas de fazenda não havia nenhuma estrutura. O ponto comercial mais próximo ficava a 80 km. em Costa Rica, MS e a carência maior era sentida na falta de uma escola para as crianças dos trabalhadores das fazendas. Foi quando Alberto e seus filhos resolveram implantar nas terras da Fazenda Santa Amélia uma agrovila, idéia que se desenvolveu para a implantação de um loteamento urbano.
Na foto, de 1984, os filhos de Alberto R. Cunha e Nadir Garcia Cunha: José Roberto, Marta, Nadir(filha), Marcos, Maria Amélia, Alberto Jr., Paulo e Marcia, juntamente com Edward, Joênio, Germana e os filhos de Paulo e Germana.
Nesta mesma época a crise fundiária no sul do país, juntamente com os aprimoramentos tecnológicos na agricultura, motivou muitas pessoas a buscarem novos espaços, novas terras para realizarem seus sonhos de se tornarem produtores; homens e mulheres do campo começaram a migrar para os cerrados de Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Minas Gerais, onde encontraram muita terra que, com a aplicação de técnicas de correção do solo tornavam-se altamente produtivas. Em Chapadão do Céu, que se esboçava, encontraram um anfitrião prestativo: Alberto Rodrigues da Cunha, empenhado no desenvolvimento da região.
Inauguração do posto em 21/08/82: Dna. Clarinda, Helena, Elza, Eduardo, Dna. Amélia, Emelda Peixoto, Nadir, Alberto, ?, Dna. Luzia.
No início da década de 1980 a arquiteta Marta Garcia Cunha, filha de Alberto, elaborou o projeto do Loteamento Chapadão do Céu enquanto ele construía as primeiras casas, um posto de gasolina, uma usina hidrelétrica no rio Formoso, inicialmente gerando 30 Kwts, e depois ampliada para 450 Kwts e um poço semi-artesiano juntamente com uma caixa d'água. Em 21 de agosto de 1982 era colocada a pedra fundamental de Chapadão do Céu, com a inauguração do posto de combustívei
A região fazia parte do município de Jataí, GO e posteriormente do município de Aporé, GO, que se emancipou em 14 de novembro de 1958.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
LIVRO EM DESTAQUE
O menino que achou uma estrela - Marina Colasante - Edit. Global
Sinópse:
Houve uma tempestade naquela noite, que chuvarada! (na cama o menino puxou os cobertores para cimada cabeça protegendo-se ainda mais.)
Sinópse:
Houve uma tempestade naquela noite, que chuvarada! (na cama o menino puxou os cobertores para cimada cabeça protegendo-se ainda mais.)
Max Deyner - 7º ano Jade
Bateu bobeira e outros babados - Fanny Abramovich - Edit. Uno
Sinópse:
Cada história com seu tema, dessa vez li só encontros de adolescentes responsáveis que sabem o que é certo e o que é errado e, quando é a hora certa. E esse e alguns dos babados que fica na vida da moçada.
Ângela R. de David - 9º ano Esmeralda
domingo, 17 de outubro de 2010
GINCANA CULTURAL
PARABÉNS COLÉRGIO ALICERCE
Pela a união e dedicação de todos na gincana, vocês mostraram que a união e o respeito fazem a diferença..
Nos dias 13 e 14 de outubro foi realizada a 3ª Gincana Cultural de Chapadão do Céu, promovida pela Secretaria Municipal de Educação e Desporto.
No período da manhã as provas ocorreram no Ginásio Municipal de Esportes e à tarde na Escola Municipal Dona Amélia, com o tema “conhecimentos gerais”.
A gincana envolveu as quatro escolas da cidade, duas da rede municipal, Flores do Cerrado e Dona Amélia, a estadual, Fruto da Terra e a particular Alicerce. Cada uma delas apresentou uma equipe formada por três professores e cinco alunos.
Algumas provas envolveram a população em geral, fora da escola e os demais alunos e professores. Todos os alunos e professores foram convocados a comparecer nos dois dias de gincana nas suas respectivas escolas, nos horários de costume para participação direta e indireta do evento.
As competições foram com os temas: caça ao tesouro, prova relâmpago, conhecimentos gerais, provas surpresas e com tarefas pré-determinadas, o que exigiu inteligência para os conhecimentos gerais, organização e habilidade na distribuição e entrega das tarefas, além de sorte e competência para as provas surpresas e relâmpagos.
Segundo o secretário municipal de educação, Mauri Wierrbiki, a gincana tem por objetivo a integração social, desenvolver o conhecimento cultural, incentivar a prática esportiva, promover o lazer e o bem estar dos participantes.
Além da secretaria de educação, participaram diretamente na organização da 3ª Gincana Cultural Municipal de Chapadão do Céu, a Secretaria Municipal de Cultura, Turismo e Juventude e a CAC, Constelação Associação Cultural, com apoio das demais secretarias municipais.
Veja abaixo a classificação final:1º lugar Colégio Alicerce: 1550 pontos
2º lugar Colégio Estadual Fruto da Terra: 1285 pontos
Parabéns Fruto da Terra ....vocês também mereceram a colocação..
3º lugar Escola Municipal Dona Amélia: 1160 pontos
Parabéns Dona Amélia!
4º lugar Escola Municipal Flores do Cerrado: 1080 pontos.
Parabéns Flores do Cerrado pelo o esforço de todos os participantes, em especial aos alunos, pois a gincana era para os alunos e não para os professores, mesmo sendo de fazenda souberam competir com garra as competições ou seja com dignidade....
Fonte : Cris (Destakinews) com inf : PMCC
AMO VOCÊS!!!
domingo, 3 de outubro de 2010
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